quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Poema "Convivendo em paz", de Júlia Rezende

Convivendo em paz


Mais um dia se inicia em harmonia,
no amanhecer,

com a alegria intensa de uma ave
voando pelo céu limpo,
acordando pessoas felizes.


O calor abafando o solo úmido
de uma noite serena.
O vento seco, vagando para lugar nenhum,
refrescando as almas pecadoras.


Há uma pessoa sobre a rocha fria,
saboreando cada detalhe de paz e
tranquilidade, do pôr-do-sol.
Ele se despede do mundo, sorridente.


O clima frio da noite chega.
A grande bola branca aveludada
aparece no espaço vazio que,
aos poucos, vai vagando.


O tempo para na madrugada.
Sinônimo que nos traz o silêncio
digno de harmonia,
pela sorridente lua cheia,
refletida entre as nuvens negras.
Que vagando por lá, no alto,
nos traz luz,
e seus dentes transmitem paz.



Além das montanhas altas
o sol vai acordando,
de um sono pesado e puro.
Onde ele recompôs teus raios brandos
e lúcidos para clarear e aquecer
a terra dos homens.


No céu fosco,
o sol iluminando: dos montes
aos centros,
acordando os pássaros,
para ouvir seus cantos sonoros.
Acordando pessoas,

para um novo dia sem guerra.

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